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Itaú e OpenAssets entram em piloto da ANBIMA para testar títulos e fundos tokenizados
A dupla vai construir provas de conceito de ponta a ponta para definir padrões técnicos, etapas operacionais e regras de conformidade necessárias para mercados tokenizados regulados.
A colaboração, anunciada na terça-feira, 11 de agosto de 2026, coloca o Itaú Unibanco e a OpenAssets dentro do piloto setorial da ANBIMA para testar o ciclo de vida completo de debêntures e fundos de investimento tokenizados.
A OpenAssets vai fornecer infraestrutura de tokenização e trabalho com padrões abertos enquanto o Itaú fornece escala de mercado de capitais, experiência regulatória e desenho de casos de uso para emissão institucional e custódia.
Os testes se concentram em emissão, negociação, liquidação e gestão de ativos em um ambiente de livro-razão permissionado e vão produzir provas de conceito técnicas em vez de produtos de mercado ao vivo.
Um objetivo central é mapear a arquitetura, os processos operacionais e os quadros de conformidade que bancos e gestores de recursos precisam para operar instrumentos tokenizados e avaliar ligações com os trilhos de liquidação do DREX do Brasil.
O esforço reúne mais de 50 empresas na maior iniciativa de tokenização do Brasil e pode moldar padrões reutilizáveis e interoperabilidade que influenciem como títulos tradicionais migram para sistemas em blockchain.