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INPE registra queda acentuada nos alertas de desmatamento na Amazônia, menor nível desde 2016

INPE registra queda acentuada nos alertas de desmatamento na Amazônia, menor nível desde 2016

O governo saudou a queda como prova de progresso e observadores dizem que o censo Prodes de novembro será acompanhado para ver se as taxas oficiais também caem.

Ontem, 17:53

O sistema Deter, do INPE, que opera em tempo quase real, registrou uma queda de 36,9% nos alertas na Amazônia, para 2.874 km², no ciclo ago/2025–jul/2026, o menor nível desde o início da série Deter, em 2016.

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O Cerrado teve uma queda menor, de 7,8%, para 5.119,46 km², e terminou este ciclo com uma área alertada maior do que a Amazônia.

A maioria dos grandes estados amazônicos registrou áreas de alerta menores, com o Pará em 987,27 km², Mato Grosso recuando 49% para 834,41 km², e o Amazonas recuando 46,7% para 433,9 km², enquanto Roraima contrariou a tendência com alta de 32,5% para 272,6 km².

O INPE também divulgou resultados do Prodes para outros biomas mostrando quedas acentuadas na Caatinga (−34,3%), na Mata Atlântica (−15,32%, seu nível mais baixo desde 2001) e no Pampa (−41,7%), e autoridades enfatizaram que os números do Prodes de novembro para Amazônia e Cerrado usam um método diferente, mais detalhado, do que o Deter.

Observadores, incluindo o Observatório do Clima, notam que a queda do Deter dá continuidade a uma tendência de queda de vários anos e dizem que a diminuição afetará a imagem internacional do Brasil no clima e o foco da fiscalização, com o total oficial do Prodes e os embargos guiados por satélite em curso prontos para determinar as implicações políticas e comerciais.

Resumo produzido a partir de 5 fontes · Powered by Anchooor
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