Google permite que usuários desativem marcas d'água visíveis do Gemini e do Flow

O Google diz que sinais invisíveis do SynthID e metadados C2PA permanecerão incorporados em cada arquivo gerado para preservar a proveniência verificável.

Ontem, 15:10

O Google implementou uma nova chave “Media watermark” que permite aos usuários ocultar o brilho visível no canto de imagens, vídeo e áudio criados com o Gemini e o Flow.

Publicidade · Cloudways
Hospede na Cloudways com desconto de 30% por 3 meses
Cupom: CODEBR30X3

A empresa anunciou a mudança na sexta-feira e disse que todo arquivo ainda conterá marcadores invisíveis SynthID e metadados de proveniência C2PA para que ferramentas possam verificar a origem.

A chave já está ativa no Flow e está sendo liberada nos apps móvel e web do Gemini, com suporte no Google Search prometido para seguir, e alguns países que exigem rótulos visíveis serão excluídos.

O Google está disponibilizando como código aberto o Credentio, uma biblioteca de validação que desenvolvedores podem usar para checar a proveniência localmente, e substituiu o Gemini 3.6 Flash pelo Gemini 3.7 Flash enquanto reduzia o preço introdutório da API.

A mudança oferece aos criadores saídas mais limpas e sem marca para apresentações e trabalhos criativos, mas aumenta a pressão sobre plataformas e navegadores para ingerirem sinais invisíveis para detecção e rotulagem automatizadas.

Resumo produzido a partir de 5 fontes · Powered by Anchooor
Publicidade · Cloudways
Hospede na Cloudways com desconto de 30% por 3 meses
Ver oferta