Filme sobre vazamento da ex-funcionária do Facebook evita rótulo partidário, diz Aaron Sorkin

Diretor afirma que não foi pedido para excluir Trump e que prometeu não mostrar material de campanha; estreia em 9 de outubro de 2026 nos cinemas dos EUA.

04 de outubro, 02:03

O filme, que estreia nos cinemas dos EUA na sexta-feira, 9 de outubro de 2026, dramatiza o vazamento de documentos de 2021 feito por Frances Haugen e investiga o papel do Facebook em danos sociais e polarização política.

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Aaron Sorkin disse à imprensa que ninguém pediu a ele para remover o presidente Donald Trump do roteiro e que ele próprio se comprometeu a não mostrar material de campanha para evitar transformar o longa em um ataque partidário.

Sorkin passou dias tentando convencer Jesse Eisenberg a reassumir o papel de Mark Zuckerberg, mas Eisenberg recusou por motivos pessoais e, segundo relatos, não foi convencido pela oferta do estúdio.

Jeremy Strong interpreta Zuckerberg e afirmou que contatou o próprio Mark Zuckerberg durante a produção, defendendo o personagem para Sorkin como parte de um esforço para que o filme funcione mais como um debate do que como um panfleto.

A divulgação no final da produção tem se concentrado nas escolhas de elenco, em contatos privados com pessoas retratadas e no cuidado em enquadrar o filme antes de sua estreia, que chega em meio a um debate público ativo sobre a responsabilidade das plataformas.

Resumo produzido a partir de 9 fontes em 6 veículos · Powered by Anchooor
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