Filme de Aaron Sorkin sobre os documentos do Facebook recebe críticas mistas antes da estreia em 9 de outubro
Elenco é elogiado, mas direção, ritmo e retratos de personagens dividem a crítica
Críticas publicadas entre 7 e 8 de outubro classificaram o filme como oportuno e envolvente ao retratar os documentos do Facebook, mas disseram que a execução é desigual.
A Sony concluiu a revisão jurídica e a produção fez contatos privados com pessoas retratadas como parte das preparações finais para a estreia internacional em 9 de outubro.
Várias resenhas elogiaram repetidamente as atuações principais de Mikey Madison, Jeremy Allen White e Jeremy Strong, e destacaram bons papéis coadjuvantes de Bill Burr, Wunmi Mosaku e Betty Gilpin.
Os críticos apontaram problemas nas escolhas estilísticas de Sorkin, criticando diálogos densos e prolixos, saltos frequentes na linha do tempo e o que vários chamaram de retratos problemáticos de mulheres, além da opção deliberada de não nomear figuras políticas em exercício.
O filme reconta reportagens que já influenciaram o debate público e deve funcionar como um comentário cultural que volta a colocar no centro as consequências das plataformas, possíveis respostas regulatórias e os custos humanos da amplificação de conteúdo por algoritmos.