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Fed mantém juros após votação dividida enquanto rali do petróleo por confrontos Irã‑EUA eleva rendimentos globais

Fed mantém juros após votação dividida enquanto rali do petróleo por confrontos Irã‑EUA eleva rendimentos globais

Taxas mais altas nos EUA e um salto acentuado do petróleo ligados a novos choques entre Irã e EUA estão aumentando a pressão sobre a taxa de câmbio do Brasil e as escolhas de taxa do seu banco central.

29 de julho, 15:37

O Federal Reserve manteve sua taxa básica em 3,50%–3,75% numa decisão dividida de 29 de julho, com três votantes preferindo um aumento de 0,25 ponto percentual.

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O Fed divulgou um comunicado mais curto dizendo que a atividade nos EUA permanece sólida apesar da "incerteza elevada" e que a inflação continua acima da meta de 2%.

Ataques iranianos renovados às forças dos EUA empurraram o Brent cerca de 7% para cima, para aproximadamente US$90 o barril, e ajudaram a elevar os rendimentos do Tesouro americano de 10 anos para a faixa média de 4%, aumentando a aversão ao risco global.

Os ativos brasileiros caíram no início das negociações diante do risco e dos movimentos de taxa, mas mostraram uma modesta recuperação após o anúncio do Fed; o dólar mais forte e os rendimentos globais mais elevados continuam a pressionar o real e os rendimentos locais.

O efeito combinado da manutenção das taxas nos EUA e do choque energético pode atrair capital para os Treasuries dos EUA, fortalecer o dólar e tornar mais difícil para o Brasil afrouxar sua alta Selic ao incentivar fluxos de carry trade em direção a rendimentos brasileiros mais elevados.

Resumo produzido a partir de 8 fontes · Powered by Anchooor
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