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Como vai funcionar a votação para o Senado em 2026 no Brasil: duas cédulas, regras de três dígitos e chapas na Bahia
Regras estritas para cédulas eletrônicas fazem com que erros de digitação do eleitor possam anular votos para o Senado e aumentam a importância de quem vence as duas vagas de oito anos por estado.
Os eleitores votarão duas vezes separadamente para senador neste ciclo porque duas vagas por unidade federativa estão em disputa, e cada voto deve usar um número de candidato distinto de três dígitos.
Digitar apenas o código de dois dígitos de um partido anulará um voto ao Senado e repetir o mesmo número de três dígitos duas vezes cancelará o segundo voto, então erros simples de digitação podem invalidar cédulas.
A cédula eletrônica segue uma ordem fixa que coloca os dois votos para senador após as escolhas para deputado federal e estadual e antes dos votos para governador e presidente, o que pode afetar a atenção e as taxas de erro.
Os partidos devem registrar chapas listando cada senador titular mais dois suplentes que aparecem na cédula, e as chapas publicadas na Bahia nomeiam vários candidatos enquanto algumas vagas de segundo suplente permanecem indefinidas.
As 81 cadeiras do Senado são preenchidas por maioria simples e têm mandatos de oito anos com renovações escalonadas de 1/3–2/3, então a votação de outubro remodelará uma Casa poderosa que aprova indicados de alto nível e pode julgar presidentes.