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Coca‑Cola supera estimativas do 2.º trimestre e eleva previsão para 2026
Volume mais forte de bebidas zero açúcar, marketing da Copa do Mundo da FIFA e ganhos de margem deram à empresa confiança para elevar suas metas de receita e lucro.
A empresa informou um lucro por ação ajustado no segundo trimestre de US$0,97 e receita líquida de cerca de US$13,38–13,4 bilhões, superando as previsões dos analistas em resultados divulgados na terça‑feira.
O volume global de unidades por caixa aumentou 5%, liderado pela Coca‑Cola Zero Sugar, com alta de cerca de 16%, e pela Coca‑Cola Trademark, com alta de cerca de 5%, com crescimento concentrado na Índia, China, EUA e Brasil.
A Coca‑Cola elevou a orientação para o ano inteiro para cerca de 5% de crescimento orgânico da receita e 9%–10% de crescimento do EPS comparável, citando demanda contínua do consumidor e forte execução de marketing.
A Fairlife, a unidade de laticínios da empresa nos EUA, sofreu uma intrusão por ransomware em meados de julho que interrompeu brevemente a produção, mas retomou a maior parte das operações e não deve ter um impacto financeiro material; um grupo que se intitula Anubis reivindicou a responsabilidade.
A margem operacional comparável expandiu para cerca de 35,6% à medida que preços, estratégia de embalagem e menores despesas operacionais compensaram custos mais altos de insumos e marketing, embora a administração tenha sinalizado a elevação dos preços de commodities e combustíveis e a venda pendente da CCBA como ventos contrários de receita e EPS no curto prazo.