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Brasil contesta na OMC as sobretaxas dos EUA previstas na Seção 301

Brasil contesta na OMC as sobretaxas dos EUA previstas na Seção 301

Brasil diz que as sobretaxas dos EUA aumentam ilegalmente os custos para exportadores.

28 de julho, 05:44

O Brasil apresentou um pedido formal de “consultas” na Organização Mundial do Comércio na segunda-feira, 27 de julho, contestando duas medidas dos EUA ao abrigo da Seção 301: uma sobretaxa de 25% vinculada a uma investigação específica sobre o Brasil e uma sobretaxa de 12,5% aplicada ao Brasil entre outros países.

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As tarifas, que começaram a entrar em vigor no final de julho, atingem bens industriais como etanol, máquinas e aço enquanto isentam algumas commodities e colocam cerca de US$15 bilhões em exportações anuais em risco, dizem grupos da indústria e estimativas do governo.

O presidente Lula anunciou um pacote de crédito de R$18,5 bilhões chamado Brasil Soberano 3 para ajudar empresas afetadas a responder a pressões imediatas de fluxo de caixa e competitividade.

A China condenou publicamente as medidas dos EUA e advertiu que poderia tomar medidas para defender seus interesses, e uma pesquisa DataFolha mostra que a maioria dos brasileiros vê as tarifas como carregadas politicamente.

O caminho pela OMC inicia consultas formais, mas é improvável que ofereça alívio rápido porque o processo de disputa pode levar anos e o Órgão de Apelação da OMC permanece paralisado, limitando opções de aplicação rápidas.

Resumo produzido a partir de 16 fontes · Powered by Anchooor
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