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Brasil busca avaliação da Conitec para incluir PrEP injetável bimestral no SUS

Brasil busca avaliação da Conitec para incluir PrEP injetável bimestral no SUS

O Ministério da Saúde pediu ao comitê nacional de tecnologia que avalie o cabotegravir para fornecimento público a fim de ampliar as opções de prevenção para pessoas em risco de HIV.

27 de julho, 21:59

O ministro da Saúde Alexandre Padilha anunciou na segunda‑feira que o Ministério da Saúde submeterá cabotegravir à Conitec para avaliação das evidências clínicas, dos custos e do impacto orçamentário antes de qualquer inclusão no sistema público de saúde.

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Uma análise no mundo real de 1.748 usuários de cabotegravir na base de dados OPERA relatou uma incidência anual de HIV de 0,1%, um achado apresentado pela ViiV Healthcare que apoia a alta efetividade do medicamento fora de ensaios clínicos.

Cabotegravir, administrado em duas injeções iniciais com quatro semanas de intervalo seguidas por injeções de manutenção a cada oito semanas, foi aprovado pela Anvisa em 2023 e vem sendo comercializado no mercado privado do Brasil desde agosto de 2025.

O governo disse que não avançará com lenacapavir, um injetável de seis meses, enquanto o preço do fabricante permanecer inacessível para o SUS e as negociações não tiverem chegado a um acordo.

Modelagem da GSK sugere que o cabotegravir bimestral poderia evitar cerca de 385.000 das esperadas 600.000 infecções por HIV no Brasil ao longo de 10 anos e economizar cerca de R$14 bilhões em custos de tratamento, mas a revisão iminente da Conitec determinará se esses benefícios projetados justificam a compra e a implantação públicas.

Resumo produzido a partir de 6 fontes · Powered by Anchooor
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