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Brasil age rapidamente para aprofundar laços com China e Coreia do Sul
O Brasil está pressionando para diversificar mercados para reduzir a dependência da demanda dos EUA ao aprofundar laços em alta tecnologia e minerais críticos.
O presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva conversou com Xi Jinping, da China, em ligação de mais de uma hora que pediu negociações Mercosul–China mais rápidas e cooperação ampliada em IA, satélites, comércio de fertilizantes e processamento de minerais críticos.
A China disse publicamente ao Brasil que apoia a soberania do país e expressou disposição para fortalecer a coordenação bilateral e multilateral, segundo a Xinhua e declarações do governo brasileiro.
O presidente sul‑coreano Lee Jae‑myung fez visita de Estado a Brasília em 27 de julho e assinou cinco memorandos cobrindo educação, energia, tecnologia industrial, atividade espacial e esporte.
Brasil e Coreia do Sul concordaram em ação coordenada ao longo de toda a cadeia de valor de minerais críticos e criaram um grupo de trabalho Mercosul–Coreia para retomar negociações comerciais, com o vice‑presidente Geraldo Alckmin nomeado como coordenador.
Autoridades apresentaram as medidas como resposta a novas sobretaxas dos EUA sobre produtos brasileiros e passo para diversificar mercados de exportação, reforçar a resiliência da cadeia de abastecimento para semicondutores e tecnologias verdes, e aprofundar a coordenação diplomática Sul‑Sul em fóruns como a ONU e os BRICS.