American Express antecipa lucro maior em 2026 e corta 5% do quadro, cerca de 3.500 vagas

Venda de participação em empresa de viagens gerou US$751 milhões; parte do recurso cobre reestruturação e a companhia diz que vai ampliar uso de IA para reduzir camadas de gestão.

Hoje, 11:04

A American Express divulgou resultados na sexta‑feira, 23 de outubro: lucro líquido do terceiro trimestre de US$3,71 bilhões, lucro ajustado por ação de US$4,68 e volumes faturados (billed business) subiram 8%, para US$454 bilhões.

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A empresa elevou a projeção de lucro ajustado por ação para todo o ano fiscal de 2026, para a faixa de US$18,30–US$18,60, ante previsão anterior de US$17,30–US$17,90.

Para melhorar eficiência e preparar operações para um uso mais amplo de inteligência artificial, a companhia vai cortar cerca de 3.500 postos de trabalho, o que equivale a cerca de 5% do quadro global. A empresa afirmou que os cortes visam reduzir camadas de gestão.

A AmEx obteve um ganho após impostos de US$751 milhões com a venda de sua participação na Global Business Travel Group e usará parte desse dinheiro para cobrir um custo de reestruturação após impostos de US$253 milhões. As provisões consolidadas para perdas de crédito caíram para US$1,0 bilhão.

Autoridades do Office of the Comptroller of the Currency (OCC) e do Federal Reserve impuseram uma ação de execução que inclui uma multa de aproximadamente US$350 milhões. A American Express afirma que essa penalidade não altera sua projeção para 2026. A ação também aumenta a supervisão regulatória enquanto a empresa faz a reestruturação.

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