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A expansão de IA da Meta destrói fluxo de caixa enquanto Zuckerberg cogita vender capacidade de processamento
Fluxo de caixa livre em queda, com CAPEX mais alto, deixa investidores inseguros sobre como a Meta vai transformar a nova capacidade de data center em lucro.
A Meta informou na quarta‑feira que o fluxo de caixa livre caiu para US$784 milhões no 2º trimestre, uma queda de cerca de 91% em relação ao ano anterior, impulsionada por gastos elevados com servidores, chips e data centers.
A empresa elevou a projeção de despesas de capital para o ano todo para US$130 bilhões–US$145 bilhões, o que significa que a maior parte do caixa operacional está sendo canalizada para infraestrutura de IA em vez de retornos aos investidores.
Mark Zuckerberg disse que a Meta está recebendo ofertas para alugar capacidade de computação excedente e sinalizou planos de entrar no negócio de nuvem/computação, mas deu poucos detalhes operacionais sobre precificação, vendas ou cronograma.
Os investidores reagiram fortemente, levando a ação a cair cerca de 9–10% após os resultados, e o trimestre também incluiu uma perda de US$4,6 bilhões na Reality Labs e US$2,4 bilhões em encargos legais que aumentam a pressão financeira.
A Meta ainda obtém cerca de 98% da receita com anúncios e não tem um canal de vendas corporativas consolidado como o da Microsoft ou da AWS, então permanecem dúvidas sobre como vai monetizar a capacidade e quando os investimentos em IA vão gerar retornos estáveis.